02/11/2010

Silêncio cheio

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Do silêncio soltam-se palavras
As mais belas palavras de esperança
Palavras que não se ouvem,
Sentem-se…
nos gestos murmurados
Das mãos e dos olhares tocados
Nos pensamentos e nos sonhos
Comungados até ao limite da eternidade

Silêncio tão cheio
A contrariar o vazio que há em mim
Sem se fazer notado
Invade-me devagarinho
E assim, de mansinho faz-me flutuar

Liz
2/11/2010

4 comentários:

manuel fernando disse...

Hola mi buena amiga, pasé por aquí para saludarte y agradecerte también tú visita a mi blog.
Bonita entrada donde tú manifiestas ese silencio que tenemos dentro de nosotros, un silencio que es la ausencia de palabras que muchas veces la guardamos como forma de silenciar nuestras penas.
Te deseo que pases un feliz fin de semana lleno de sensaciones positivas.
Un beso desde la distancia de tú amigo.

Anita de Castro disse...

Muitas são as vêzes que o silencio é nosso aliado

avlisjota disse...

O silẽncio faz-nos flutuar, é reluzente como as palavras muitas vezes não ditas.

beijo Liz e boa semana!

José

JoséManuelBarbosa disse...

... e flutuando fui-me chegando
não apenas na partilha de um mesmo fundo
na intensa e eterna partilha de uma amizade intocável
num amor do mais puro e atrevido que imaginar se possa...
num completo e ruidoso silêncio
que dos silêncios ambos sabemos...
da entrega também...
Adoro-te... fica escrito!