22/10/2010

Há horas assim

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Há horas, ou momentos apenas,
Que sinto uma necessidade urgente
De recordar que um dia fui criança
Que tive o mundo nas mãos
E brinquei com ele sonhos de esperança
Que não havia limites para a vida
E podia abraçar o infinito.
Nas horas em que a alma se me esvai
Em desalento de batalhas perdidas
Horas em que me esqueço de mim
Das minhas lutas vencidas
E preciso de alento para continuar…
a caminhar!

Liz
22/10/2010

2 comentários:

Maria disse...

Estive aqui. Como sempre, gostei muito de te escutar...
Aproveitei, fechei os olhos e revi uma menina de tranças e meias até aos joelhos...
Beijo imenso para ti, minha amiga.
Maria

liriosdeanitadecastro disse...

Olho pela vidraça… rios de água escorrem por ela
abaixo e passando a mão para limpar a humidade
paro a observar que ainda chove a bem chover
e que a minha infância ficou perdida nalgum mar.